NOSSOS PRINCÍPIOS

Valores precisam orientar decisões. Não decorar paredes.

Preferimos princípios que possam ser utilizados quando existe um problema para resolver, uma decisão difícil para tomar ou algo importante para entregar.

DESDE 2011
  1. Dados
  2. Inteligência
  3. Operação
  4. Crescimento

Como pensamos importa tanto quanto aquilo que fazemos.

Não acreditamos que cultura seja construída escolhendo alguns substantivos positivos e colocando-os em uma apresentação. Responsabilidade, qualidade, inteligência e inovação são importantes. Mas precisam aparecer nas decisões e nos comportamentos.

Por isso, nossos valores são apresentados como princípios. Eles ajudam a responder uma pergunta muito mais prática: Como esperamos que as pessoas da L’Intelligence pensem e ajam quando ninguém estiver dizendo exatamente o que fazer?

OITO PRINCÍPIOS PARA DECIDIR E AGIR

Entenda antes de automatizar.

Automação amplifica capacidade. Mas também consegue amplificar processos ruins. Antes de utilizar tecnologia para acelerar alguma coisa, precisamos entender o problema, o processo e o resultado esperado. Tecnologia entra depois do raciocínio. Não antes.

Automatizar sem entender é apenas executar o erro mais rapidamente.

Problema primeiro. Tecnologia depois.

Gostamos de tecnologia. Construímos tecnologia. Mas uma ferramenta nunca deveria determinar qual problema uma empresa precisa resolver. Começamos pelo negócio. Entendemos contexto, pessoas, processo e objetivo. Somente depois decidimos qual tecnologia faz sentido.

A melhor ferramenta é aquela adequada ao problema, não aquela que está na moda.

Dado precisa provocar uma decisão.

Acumular dados não significa possuir inteligência. Dashboards que ninguém utiliza são apenas interfaces bonitas. Relatórios que não alteram nenhuma decisão são apenas informação armazenada. Dados passam a ter valor quando ajudam alguém a compreender melhor uma situação e agir.

Informação sem consequência é apenas volume.

O combinado precisa acontecer.

Ideias são importantes. Estratégia também. Mas empresas são construídas pela capacidade de transformar decisões em execução. Assumir responsabilidade significa entender aquilo que precisa acontecer e trabalhar para que aconteça. Quando existir um problema, queremos conhecê-lo cedo.

Quando existir um erro, queremos corrigi-lo. Responsabilidade não significa nunca errar. Significa não se esconder atrás do erro.

Compromisso não é intenção. É execução.

Complexidade não é sinal de inteligência.

Problemas complexos não precisam necessariamente produzir soluções complicadas. Parte do nosso trabalho é compreender suficientemente um problema para eliminar aquilo que não precisa existir. Processos. Interfaces. Relatórios. Código. Reuniões. Etapas.

Se algo pode ser mais simples sem perder qualidade, provavelmente deveria ser.

Entender profundamente deveria tornar as coisas mais claras, não mais confusas.

Resultado vale mais que atividade.

Uma agenda cheia não é indicador de produtividade. Muitas tarefas concluídas também não garantem que algo importante tenha avançado. Medimos nosso trabalho pelo impacto produzido. Isso exige entender por que uma atividade existe antes de simplesmente executá-la.

Estar ocupado e produzir resultado são coisas diferentes.

Conhecimento precisa virar processo.

Quando uma operação depende exclusivamente da memória, experiência ou disponibilidade de uma pessoa, existe conhecimento, mas ainda não existe capacidade organizacional. Buscamos transformar aquilo que aprendemos em processos, métodos, dados e tecnologia. Não para eliminar pessoas.

Para permitir que pessoas utilizem sua capacidade onde ela realmente importa.

Conhecimento compartilhado transforma experiência individual em capacidade da empresa.

Todo processo pode evoluir.

Não existe processo que conquiste o direito de nunca mais ser questionado. Mercados mudam. Tecnologias mudam. Clientes mudam. Empresas mudam. Aquilo que funcionou ontem merece respeito pelo resultado que produziu, não imunidade contra mudanças.

Experiência deve melhorar nossas decisões, não aprisioná-las ao passado.

COMO TRABALHAMOS

Um ciclo que nunca termina.

  1. Entender
  2. Estruturar
  3. Executar
  4. Aprender
  5. Evoluir
Voltar a entender

Entendemos antes de agir. Estruturamos antes de escalar. Executamos aquilo que decidimos. Aprendemos com o que aconteceu. E usamos esse aprendizado para evoluir a próxima decisão.

Não tratamos melhoria como um projeto com data para terminar. Ela faz parte do processo.

No final, cultura aparece quando alguém precisa decidir o que fazer.

É nesse momento que nossos princípios precisam funcionar.